{Po(v)e(r)t[r]y} Virando taças mediocremente

Tomai conta de mim,
Ó Fúria,
E derramai do meu coração
Toda injúria.

Este, está cheio
De sentimentos tortuosos,
De sentires desgostosos.
Por isso, essa taça virai
           E derramai!

Esse importunar incoerente.
Essa loucura potente.
Esse “quê” sem sentido.

Esste tédio impossível de ser esquecido.

Virai e derramai
Em versos ou esbravejos
Tanto sentimento sem sentido
Tornando para mim a frieza algo benfazejo.

Virai e derramai
O Tédio!
Virai e derramai
A falta de inspiração

Que me atinge com toda a razão!

Autor: | 667 visualizações
Data: sábado, 3. janeiro 2009 1:40
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