Fragmento

Carne que te fiz da sina
Da sina de multiplicar
Reduzi-te ao que és: menina
Mera boneca de brincar

Do barro moldei-te pristina
Em róseo vaso a depositar
Minha argila tênue cristalina
Foi-se aos dias a se assomar

Num momento de pura mímica
Plasmei-te com algo mais que sorte
Sortilegei-te algo lúdica

Encontrei-te assaz forte
Carne que te fiz da sina
Sinada de vencer a morte

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Data: terça-feira, 6. janeiro 2015 11:38
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