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Quero cantar

segunda-feira, 13. dezembro 2010 9:51

Rasgo os títulos de minha mente.
Descrevo o que meu louco coração sente
Com os ditames que ele me dá.

A calma ilusão aparente
Só descreve o contorno indecente
Do caos que aqui está.

Se cantamos sós
(E loucos somos nós)
Mais loucos são
Os que se dizem com a razão…

…E não amam!

Porque louco é o meu amar
E se parece rápido e incerto
É que muito lutamos
Para cruzar o deserto…

…Da frieza!

Quero cantar versos
Porque meu sentir dardeja a mente
Querendo rascunhar neste universo
Aquilo que abarca sempre.

Se fugaz como luzes espaciais,
Que cruzam vazios sepulcrais,
Que enterram lendas abismais,
Parece o meu correr contente,

Feche teus olhos!

Pois minha felicidade inebriante
Para os não sonhadores é desconcertante.

Se abraço o sol da loucura
E se visto a roupagem menos pura
É porque livre é o meu pensar
E louco é o meu pesar.

Não preciso descrever
Em faces abertas
Os nuances do meu ser.

Velhos amigos aqui estão.
Há muito partiram,
Mas, voltarão…

…Quando o sol tiver se posto
Por trás do teu rosto
Amada do meu coração.

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Poesia cantamos nós que vivemos…

quinta-feira, 9. dezembro 2010 10:00

Poesia cantamos nós
Que vivemos sós
Sob a luz do sol.

Velejamos, velejamos,
Solitários levamos
A marca do pesar.

Choramos e vivemos,
Seguimos e nunca temos
Ombro para se recostar.

E se são poucos os versos,
Se vivemos dispersos,
É porque nos falta o amar.

Os pontos que se cruzam,
As encruzilhadas que se acham,
Passam longe daqui.

E se é pouca a vida
São muitas as lágrimas da despedida
Que nos trouxeram até aqui.

E se canto só
Vendo o vento levantar o pó
Do meu caderno,

No qual plasmo frustrações,
Separados corações
E desenho o mapa do inferno…

…Do meu humano inferno…
…Cheio de contradições!
Contraditas convulsões!

Alegria e ódio.
Riso e fantasia.
Dor e realidade fria…

…Que nos cerca:

Em despedida
   Quando os pássaros,
     Já cansados,
       Juntam os traços
         Do seu pesar!

           Se é rijo o vento,
             Se grande é o tormento,
               Voam mais alto
                 Pra calar

                   A voz que clama no peito
                     O humano direito

                       De amar,
                         De calar,
                           De sonhar,
                             Viver

                               E morrer…

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{Po(v)e(r)t[r]y} Minhas poesias

sábado, 3. janeiro 2009 0:30

Lendo minhas poesias
(Não é nenhum narcisismo)
Senti necessidade de explicar,
Eis com o que cismo:

“Parecem que carecem de sentido.
A vida aqui passou a perigo
E a morte a gargalhadas
Nestas não muito perigosas estradas.”

“Começam com amor
E terminam com ódio.
Falam de horror
E terminam num quê não sóbrio.”

“Parecem vazias de sentimento
E cheias de traças as corroendo.
Filosofias e loucuras dispersas
E conversas razoáveis às avessas.”

“E a minha pergunta é a seguinte:
(Afinal, ainda não tenho 20)
De nada sei!
Explicar o que?”

Por hoje é só pessoal!
Obrigado pela atenção!
Tenho que ir trabalhar,
Fingir que sou são!

Categoria: L'Art, Poesias Ruins {Po(v)e(r)t[r]y} | Comentar (0) | Autor: | 633 visualizações

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